A Petrobrás informou nesta quinta-feira (23) que vai reduzir o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias em 1,5% e 4,1%, respectivamente, a partir desta sexta-feira (24).

Neste mês, já é a segunda vez que a estatal corta o preço dos combustíveis. Em 14 de janeiro, a estatal diminuiu o valor da gasolina e do diesel em 3% nas refinarias.

A redução no preço do combustível tem como pano de fundo a queda da cotação do petróleo no mercado internacional, destaca a agência Reuters.

Os preços do petróleo caíram mais de 2% na quarta-feira (22), com o superávit previsto pela Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) para o mercado e preocupações com a demanda em meio ao surto de coronavírus na China, que ofuscou interrupções de produção na Líbia.

O petróleo Brent encerrou a sessão de quarta em queda de US$ 1,38, ou 2,1%, a US$ 63,21 por barril, enquanto o petróleo nos Estados Unidos recuou US$ 1,64, ou 2,8%, para US$ 56,74 o barril.

Nesta quinta-feira, os preços também recuaram.

Neste início de ano, os preços do petróleo do tipo Brent chegou a tocar o US$ 70 por barril com o aumento das tensões entre Estados Unido e Irã, depois que o Qassem Soleimani, chefe de uma unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã e um dos homens mais poderosos do país, morreu em um ataque com drone norte-americano.

Preços nos postos

O repasse dos ajustes de preço nas refinarias para o consumidor final nos postos depende de diversos fatores, como impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.

Na semana passada, os preços dos combustíveis subiram, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o levantamento, o valor médio do litro da gasolina para o consumidor avançou 0,6%, para R$ 4,586. Na semana passada, o preço do combustível permaneceu estável.

Já o preço do diesel avançou 0,2% na semana, para R$ 3,791 por litro, em média. O preço do etanol também teve alta na semana. O avanço foi de 1,8%, para R$ 3,241 por litro.


A Petrobras informou nesta quinta-feira, 26, que o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), o gás de cozinha, sofrerá um aumento de 5% no repasse às distribuidoras a partir de amanhã. A mudança vale para todos os tipos de GLP: residencial, comercial e industrial, vendido em botijões de 13 a 90 quilos.

O reajuste feito pela Petrobras pode ou não se refletir no preço final ao consumidor, que incorpora impostos e repasses de empresas como distribuidores e revendedores.

O último reajuste do GLP nas refinarias da Petrobras ocorreu no dia 25 de novembro. Na última semana, a Petrobras elevou também o preço médio do diesel em suas refinarias em 3%. A medida passou a valer no sábado, 21. O último reajuste no diesel, combustível mais comercializado do Brasil, havia sido feito em 4 de dezembro. Por enquanto, o valor da gasolina não foi alterado


Com alta nos preços, brasileiro substitui carne bovina por ovo.

O preço da carne bovina disparou em outubro e já é considerado o segundo maior desde o início do Plano Real. E, para driblar a alta, o consumidor passou a procurar alternativas, como a carne de porco, o frango e os ovos.

Alguns fatores podem explicar o aumento dos preços da carne vermelha, o principal deles foi o crescimento na exportação do produto para a China – resultado de um surto de febre suína no país. Contudo, quanto maior a venda para fora, menor a oferta no país.

O centro de pesquisas da Escola Superior de Agricultura da USP apontou um aumento de 39% no preço da arroba do boi gordo nos últimos trinta dias. No mesmo período, o preço do ovo branco no atacado manteve-se praticamente estável – variou menos de 0,77%.

O resultado é a troca de um produto pelo outro na mesa do brasileiro. “Não é a maneira correta. Com o nível de miserabilidade que nós temos no Brasil hoje, com os baixíssimos salários que estão sendo pagos, a alternativa é essa, comprar algo mais barato, abrindo mão de consumir um produto do qual a maior parte dos brasileiros gosta muito”, explica o presidente do Conselho Federal de Economia, Wellington Leonardo da Silva.

E haja criatividade para tanto ovo no cardápio. Mas, para a agricultora Maria José, inovar na cozinha é uma alternativa que cabe no bolso. “A gente reveza: faz uma omelete, faz frito, faz uma farofinha, e assim vai intercalando para não enjoar”.

Agora, quem está se dando bem mesmo é a comerciante Ilzenira Brandão, que viu as vendas de ovos crescerem 80% desde a última semana: “Estou quase rica vendendo ovo”.


O repasse a Estados e Municípios dos recursos da cessão onerosa – 15% da quantia pertencente à União para cada – será feito em 30 de dezembro, segundo informado à Confederação Nacional de Municípios (CNM) pela Secretaria Especial da Fazenda, vinculada ao Ministério da Economia. Após o leilão do excedente, em novembro, o governo federal arrecadou R$ 69,96 bilhões – com o desconto do valor devido à Petrobras de R$ 34,1 bilhões, os Entes estaduais e municipais vão receber, cada, R$ 5,31 bilhões.

Ainda segundo à Secretaria, a União só receberá os recursos do leilão em 27 de dezembro, conforme foi definido contratualmente. Como a data é uma sexta-feira, a transferência aos Estados e Municípios ocorrerá na segunda-feira, ou seja, 30 de dezembro. Por isso, a CNM sugere cautela aos gestores na expectativa pela transferência. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) é responsável pelo processo, que será acompanhado pelo Ministério hora a hora.

A Confederação elabora nota acerca da contabilização dos recursos para repassar aos gestores municipais, com informações sobre indicação de qual será o registro da rubrica. Para isso, a entidade aguarda mais informações da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Após a conquista de repartição dos recursos da cessão onerosa, áreas técnicas da CNM responderam dúvidas de como as prefeituras poderão aplicar o dinheiro (veja algumas abaixo ou acesse o conteúdo completo de perguntas e respostas sobre a cessão onerosa). A verba não deve, de maneira alguma, ser gasta sem a correta previsão orçamentária, e as despesas não devem fugir da destinação específica definida em lei: investimentos e previdência.

O critério para distribuição da verba é o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), condição assegurada com intensa mobilização municipalista. Os valores que cada Município receberá da cessão onerosa também foi organizado pela Confederação e está disponível on-line no portal da CNM.

1. Onde o recurso da cessão onerosa será depositado?
O recurso será depositado diretamente pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) em conta bancária específica aberta pelo próprio agente bancário (Banco do Brasil) em nome da prefeitura, a qual deverá conter nomenclatura que indique a origem do recurso proveniente da cessão onerosa.

2. Como a prefeitura terá acesso à conta?
O acesso à conta será automaticamente liberado para livre movimentação pelo gerente da instituição bancária logo o crédito seja feito, sob a responsabilidade do ordenador de despesa municipal (prefeito) que, por delegação, também liberará a movimentação ao servidor tesoureiro do Município por meio do acesso individual utilizando-se da sua assinatura digital (token).

3. De que forma os Municípios poderão usar o recurso da cessão onerosa?
A lei que distribui os recursos da cessão onerosa define a obrigatoriedade de usar a verba com investimentos e previdência. Poderão ser pagas despesas com dívidas previdenciárias tanto do Regime Próprio de Previdência social (RPPS) quanto do Regime Geral de Previdência (RGP), corrente ou decorrente de parcelamentos.

A outra forma de uso da cessão onerosa é com despesas de investimento, entendidas como aqueles gastos com despesa de capital, como as que se relacionam com a aquisição de máquinas ou equipamentos, a realização de obras, a aquisição de participações acionárias de empresas, a aquisição de imóveis ou veículos, ou seja, as que geram um bem de capital que possa ser incorporado pelo Município.


A Petrobras reajustou hoje (19), no Rio de Janeiro, o preço da gasolina em 2,8% em suas refinarias. O último aumento do combustível ocorreu em 29 de setembro. Também houve reajuste de 1,2% no preço do óleo diesel.

O aumento foi no combustível vendido nas refinarias para os distribuidores, ou seja, os postos de gasolina. O valor final que o motorista pagará para abastecer seu carro dependerá de cada posto.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina cobrado nos postos era de R$ 4,407 por litro, na última semana.

O valor teve majorações consecutivas nas últimas três semanas e acumula uma alta de 0,66% no período.

Fonte: agencia brasil


A Petrobras irá reajustar o valor do GLP (gás liquefeito de petróleo), tanto industrial quanto residencial (gás de cozinha), a partir desta terça-feira (22).

O Sindigás (sindicato das distribuidoras) informou que suas associadas foram comunicadas pela Petrobras sobre o aumento.

No caso do GLP, os botijões de até 13 kg terão aumento de 4,8% a 5,3%. O GLP industrial (embalagens acima de 13 kg) deverá subir entre 2,9% e 3,2%, de acordo com a região.

Ainda de acordo com o Sindigás, o preço do GLP empresarial e do GLP residencial estão praticamente iguais. O sindicato afirma que isso “é um bom sinal para o mercado”.

O governo do presidente Jair Bolsonaro acabou, em agosto, com a política de subsídio na venda do gás de cozinha que vinha sendo praticada pela Petrobras. O término se deu por meio de uma resolução do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética), que se tornará permanente a partir de março de 2020.

Com o fim da vantagem competitiva da estatal, o governo considera que concorrentes vão se mobilizar para importar o GLP, a exemplo do que fez a Copagas, que passou a importar diretamente da Bolívia para atender o Mato Grosso.

Com a resolução, o governo pretende manobrar 37% da composição do preço, incluindo tributos e margens de lucro na cadeia de produção e distribuição. Isso deve levar a uma redução de preço para o consumidor, na avaliação do governo.

Estimativas iniciais indicam que, com a entrada de novos competidores, o preço do gás de cozinha deve cair de R$ 23 na refinaria para cerca de R$ 16.

A política de redução de preço para os botijões de 13 kg pela Petrobras vigorava desde 2005 e foi instituída no governo do ex-presidente Lula para ajudar as famílias de baixa renda.

No entanto, o ministro considera que essa política distorceu preços sob o pretexto de ajudar a baixa renda que hoje paga cerca de R$ 90 por um botijão de gás.

Dados do ministério mostram que cerca de 70% do gás de cozinha é vendido em botijões de 13 kg, volume  muito acima do que seria consumido se somente a baixa renda utilizasse esse insumo.

Para o governo, no passado, essa política se justificava porque a diferença entre o preço do gás produzido internamente e o importado era grande. Hoje, essa diferença seria de cerca de 5%.


A Petrobras anunciou, nesta 5ª feira (18.jul.2019), uma redução no preço do litro da gasolina de R$ 0,0360 e no litro do diesel de R$ 0,0444. Os valores são referentes aos preços médios dos combustíveis vendidos pelas refinarias aos distribuidores e valem a partir da 0h desta 6ª feira (19.jul).

O presidente Jair Bolsonaro informou, em sua conta no Twitter, que a redução média foi de 2,1% na gasolina e de 2,2% no diesel.

Fonte: Poder 360


Preço dos combustíveis nas suas refinarias serão reduzidos a partir de sábado (1º), segundo a Petrobras. A empresa informou na noite desta sexta-feira (31) que o valor do litro do diesel vai ficar 6% menor e passará a ser vendido a R$ 2,1664. Já o preço da gasolina vai cair 7,16%, para R$ 1,8144.

A alteração recente no preço da gasolina foi feita na última semana, quando a Petrobras reduziu o valor do combustível em 4,4%. Já o diesel não sofria mudanças desde 3 de maio.

A Petrobras decide sobre os preços dos combustíveis com base em fatores como a cotação internacional do petróleo e o câmbio, mas uma sistemática em vigor desde setembro prevê o uso de operações de hedge para permitir um espaçamento maior entre os reajustes.

O dólar encerrou a semana cotado a R$ 3,9247 e acumulou queda de 2,25% na semana.


Diferente de outras cidades da região sul e sudoeste da Bahia, em Itapetinga a gasolina está sendo comercializada a R$4,48 no Posto de combustível, localizado na Avenida Júlio José Rodrigues.

A redução aconteceu na última quinta-feira (07) e conforme apurado nesta sexta-feira (08), pelo Blog do Edyy o preço atualizado tem atraído bastante a crientela principalmente da cidade de Potiraguá e Itarantim, onde o preço da gasolina variam entre R$4,99 e R$4,75.


Pelo segundo dia seguido, a Petrobras reduz o preço da gasolina vendida nas refinarias., a empresa está negociando o litro do combustível a R$ 1,4537. Na quinta (3), a estatal já havia reduzido o preço de R$ 1,5087 para R$ 1,4675.

De acordo com a Petrobras, a política de preços da empresa para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras “tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo”.

Segundo a estatal, essa “paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”.

A Petrobras informa ainda que “o preço considera uma margem que cobre os riscos (como volatilidade do câmbio e dos preços)”.