Na última rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, nesta terça-feira, no Arruda, o Santa Cruz venceu. Havia mais de dois meses, os tricolores não tinham forças para bater os rivais, fator determinante para o rebaixamento para a Série C. Contra um Juventude sem objetivos – fixou-se numa intermediária, sem chance de ascensão à elite nacional -, o Tricolor criou muitas oportunidades e venceu os gaúchos, por 5 a 2, com gols de Anderson Salles, Wiliam Barbio (2x), Halef Pitbull e Marcílio. Mateus Santana e Felipe Lima descontaram para os sulistas.

O Santa Cruz aparece na 18ª colocação da Série B, com 37 pontos. O Tricolor pode perder uma posição, na zona de rebaixamento, no final de semana, caso o ABC vença o Ceará. O Juventude fica em 8º, com 51, mas pode cair quatro casas e terminar a Série B em 12º.

O jogo começou em ritmo lento, com lances criados por vacilos dos defensores, principalmente. O Juventude assustou com Ramon e João Paulo, mas nada que abalasse o goleiro Jacsson. A partir dos 25 minutos, o Santa Cruz teve maior a posse de bola e pressionou. Halef Pitbull, duas vezes, João Paulo e Wiliam Barbio tiveram chances, mas desperdiçaram. Aos 39, Anderson Salles ganhou na raça da defesa gaúcha e abriu o placar. Aos 43, foi a vez de Wiliam Barbio mandar para o fundo das redes e ampliar.

O Juventude deu sinais, no começo do segundo tempo, que iria bater de frente com os tricolores. Logo aos cinco minutos, Mateus Santana diminuiu. A reação durou pouco, e Marcílio tranquilizou os tricolores, com um belo gol. Halef Pitbull, quebrando um jejum de seis meses, fez o quarto e Wiliam Barbio apareceu para, de novo, deixar sua marca. No fim, Felipe Lima fez mais um para os gaúchos, e o placar se definiu: 5 a 1.

Santa Cruz e Juventude entram em férias até o início de janeiro de 2018, quando se apresentam visando às primeiras competições da temporada. O Tricolor se prepara para o Campeonato Pernambucano e a Copa do Nordeste, enquanto o Juventude espera o início do Campeonato Gaúcho.


Nos seus 103 anos de vida, o Santa Cruz talvez nunca tenha vivido uma crise tão grande quanto a que se iniciou na segunda metade dos anos 2000. Mais precisamente em 2007, quando caiu da Série B do Campeonato Brasileiro para a Série C e depois ainda foi parar na Série D. Passado o calvário, o Tricolor jogou a Série A no ano passado, mas aos poucos parece repetir o passado. Rebaixado para a Série B logo de cara, acaba de confirmar a segunda queda seguida, desta vez novamente para a Série C e justamente dez anos depois da primeira.

Agonizando na Série B desde a sua metade, o Santa Cruz já vinha preparando a queda há algum tempo e ela aconteceu neste sábado, em Varginha, na derrota por XxX para o Boa Esporte. A queda se deu neste sábado também por conta da vitória do Guarani sobre o CRB. Uma simples vitória dos tricolores adiaria o rebaixamento pelo menos em mais uma rodada.

A queda do Santa Cruz é ainda mais dolorosa por conta dos objetivos do clube. Quando caiu da Série A no ano passado, o discurso era para conseguir a volta já nesta temporada. Isso foi repetido até pelo menos o fim do primeiro turno, quando consideravam o acesso viável.

A queda, no entanto, começou a ser escrita desde o começo da Série B. O técnico Vinícius Eutrópio, que começou a trabalhar em janeiro no clube, já entrou no campeonato nacional bastante contestado por não ter sequer chegado nas finais do Campeonato Pernambucano e da Copa do Nordeste. Ele foi demitido apenas na sexta rodada e a crise financeira, que já era clara, ficou ainda mais evidenciada.

Quando demitiu Eutrópio, o Santa devia dois meses de salários aos jogadores e ao tentar contratar outro treinador, ouviu de um deles que não aceitaria justamente por conta disso. A dica ouvida para manter Adriano Teixeira, ex-zagueiro e auxiliar da casa, foi colocada em prática, mas a equipe continuou a despencar na tabela.

Apegado ao passado, o clube foi em busca de Givanildo Oliveira, que chegou com fama de “Rei do Acesso” e ainda falando em recolocar o Santa Cruz na Série A. No entanto, ele esteve longe de atingir o objetivo e chegou a ficar sete jogos seguidos sem vencer até ser demitido.

Já com um discurso diferente – enfim falando em livrar o time do rebaixamento -, Marcelo Martelotte chegou em setembro com uma difícil missão. Fazer o time voltar a jogar um bom futebol e acalmar os ânimos nos bastidores por conta dos constantes atrasos salariais. Num primeiro momento, os objetivos até foram atingidos, mas durou pouco tempo e o Santa voltou a ser presa fácil para os seus adversários.

Na semana passada, já com o rebaixamento em iminência, a maior crise interna do ano se instalou no clube. Os jogadores ameaçaram parar de treinar e nem jogar as últimas rodadas caso parte dos salários não fossem pagos. Os jogadores deram um prazo até a próxima segunda-feira ao presidente Alírio Moraes e os diretores e prometem, a partir daí, parar de forma definitiva.


Final será disputada entre os times: Rua Nova X Itaimbé.

A Prefeitura Municipal de Potiraguá, através do Departamento de Esporte, irá realizar no próximo domingo (12), mais uma grande final de campeonato, sendo agora na categoria Master e como o único município a realizar o campeonato nesta modalidade.

O jogo promete lotar o Estádio Davi Rego, já que dos dois lados tem artilheiro, sendo um deles o jogador e também Secretário de Administração do município Diego Cheles, que já soma 5 gols na artilharia do Time da Rua Nova pelo campeonato Master, e pelo time de Itaimbé, tem o jogador “Preto”, que está sendo muito aplaudido pelas grandes jogadas que vem fazendo e que já disputou a primeira divisão. O jogo vai acontecer no Estádio Daví Rego, a partir das 09h30min, no próximo domingo.

Colaborou com fotos e informações  Edney Lapa e Papo´Back:

 

 

 


O final foi polêmico, com lances duvidosos e decisivos. William marcou os três gols do Timbu, que continua na penúltima posição, com 31 pontos, um atrás do rival, com 32, em 18.º lugar e sem vencer há nove jogos. Ambos estão bem perto de descer abraçados para a Série C. Eles tem que tirar uma diferença de sete e oito pontos em 15 pontos (cinco rodadas) a disputar.

Esta vitória deu ao Náutico um troféu oferecido pela Federação Pernambucana a de Futebol (FPF) por ter melhor retrospecto no ano sobre o Santa Cruz. Em oito jogos, foram três vitórias, contra dois do rival e três empates. O troféu levou o nome de Gena (Genival Costa de Barros Lima), ex-lateral do Náutico.

COBRA CORAL APERTA
Com maioria de torcedores nas arquibancadas, o Santa Cruz tratou de tomar as iniciativas ofensivas. Para tanto, apostou na movimentação de seus atacantes, que aproveitavam bem o setor esquerdo ofensivo. Por ali surgiram as melhores chances do time, que teve maior volume em campo.

A melhor chance, porém, saiu aos 25 minutos quando Bruno Paulo deu no corte para dentro e chutou de fora da área. A bola quicou na frente do goleiro Jefferson, que de voleio espalmou. A bola ainda tocou na trave direita antes de ir para escanteio.

CHANCE E GOL
Na primeira chegada ao ataque, o Náutico abriu o placar. David, pelo lado direito, fez o levantamento para o segundo pau, onde o veterano William apareceu para cabecear de cima para baixo. Gol aos 32 minutos. Quatro minutos depois, Dico entrou na área pela esquerda e soltou a bomba, exigindo boa defesa de Júlio César que rebateu para frente.

O Santa Cruz empatou no final. Breno fez falta em cima de André Luís na meia lua da grande área. O zagueiro Anderson Salles bateu em curva, aproveitando a barreira mal formada pelo goleiro Jefferson. Tudo igual aos 46 minutos.

Há sete meses, o especialista em faltas não balançava as redes. O Santa quase virou o placar, quando Derley apareceu na pequena área, desviou com o pé direito e Jefferson fez grande defesa.

VOLTA EM VELOCIDADE
O segundo tempo começou movimentado. Logo aos três minutos, o Santa Cruz virou o placar. Ricardo Bueno recebeu a bola na direita, deu o drible de corpo em Amaral e levantou no segundo pau para a cabeçada de João Paulo. No minuto seguinte, quase Dico empata para o Náutico, mas Anderson Salles salvou quase em cima da linha de gol.

O Santa Cruz continuava na pressão e Derley soltou a bomba, aos sete minutos, com Jefferson rebatendo e o zagueiro Breno aliviando. Parecia que o time tricolor iria ampliar, mas levou o empate. Após escanteio, Breno desvio na pequena área e a bola sobrou para o oportunista William que de pé esquerda mandou no cantinho, aos 13 minutos.

JOGO ABERTO
A partir daí o jogo ficou aberto e os dois times criaram chances. Mais o Santa Cruz em chutes de longa distância. Nos minutos finais, aconteceram os lances mais polêmicos. Aos 45 minutos, Rafinha lançou William em velocidade. Ele ajeitou a bola de cabeça e correu em direção a área, onde se chocou com Julio César. O árbitro paulista entendeu ter sido pênalti, num lance muito duvidoso.

O jogo ficou parado por vários minutos, inclusive com a expulsão do técnico Marcelo Martelotte e toda sua comissão técnica por reclamação. Na cobrança, o artilheiro William bateu forte à meia altura no canto direito de Júlio César, aos 50 minutos.

CABEÇADA NO JUIZ AZARADO
Mas na saída de bola, houve outro lance só que dentro da área do Náutico aos 54 minutos. Joazi se desequilibrou e derrubou Augusto, num suposto pênalti. Mas, desta vez, não foi marcado. Daí gerou reclamação geral dos jogadores tricolores.

O mais exaltado foi Derley, que deve ter ofendido o árbitro e recebeu o cartão vermelho. Visivelmente descontrolado, o volante manteve a pressão no árbitro e acertou uma cabeçada no olho direito do juiz.

Houve nova paralisação de cinco minutos, inclusive, com a presença de policiais para proteger o árbitro e seus auxiliares. Depois o reinício com mais três minutos de aflição.

JOGOS NA TERÇA-FEIRA
Na próxima terça-feira, pela 34.ª rodada, o Santa Cruz vai enfrentar o Vila Nova-GO, às 19h15, no estádio Serra Dourada. O Náutico vai receber o Paysandu, a partir das 20h30.

 


Os times de vôlei Masculino e Feminino da cidade de Potiraguá ganharam em 2º lugar na Copa Shalom 2017 realizado no último sábado (07), na AABB de Itabuna.

Na direção técnica do Vereador Aléx Ribeiro, os times de vôlei fizeram um excelente trabalho em quadra, apesar da dificuldade em disputar a final deste evento que é a Copa Shalom, os dois times treinados e direcionados por Alex foram pra final do campeonato e ambos ficaram na 2º colocação sendo assim os dois times Masc-Femin vice-campeões da Copa Shalom 2017.

Ao todo foram 18 seleções na disputa da Copa Shalom 2017 em Itabuna, mas só 7 foram premiadas.

Confira a colocação das demais cidades que também disputaram a Copa Shalom:

  • 1º lugar – Itabuna
  • 2º lugar – Potiraguá
  • 3º lugar – Canavieiras
  • 4º lugar – Ilhéus
  • 5º lugar – Porto seguro
  • 6º lugar – Itarantim
  • 7º lugar – Eunápolis

Em sua rede social (Facebook), o vereador e treinador Alex deixou os seus agradecimentos aos envolvidos que direto ou indiretamente contribuíram para que isso acontece-se.

“Senhor Deus, hoje eu não quero pedir nada, porque eu já pedi tanto e tanta coisa mim foi dada. Eu só quero agradecer: muito obrigado! Meus agradecimento em especial a toda equipe do Banespa vôlei juvenil de Potiraguá,a vocês meus atletas são meu orgulho este ano está sendo um ano de muitas vitórias em nosso vôlei, apesar das dificuldades nós em quase todos campeonato que fomos este ano o Volei conseguiu subir ao pódio, ontem, sábado (07), vocês me encheram de orgulho em está ali em meio a 18 seleções e Potiraguá ocupar o segundo lugar isso é prova de uma grande luta que vem a anos e anos de dedicação, disposição, garra, coragem e acima de tudo muito amor ao esporte e muita fé em Deus. Nossos agradecimento a Prefeitura Municipal de Potiraguá, na pessoa do prefeito Jorge Cheles e o vice Elias Carvalho e o Secretário de Administração Diego Cheles SAntos a você também Ricardo Esteves e motorista Volfran e a todas as pessoas que nos apoiaram, sem vocês seria impossível, agora é treinar para a grande final da liga, agradeço especial a Murilo Quadros e Alef por esta sempre disponível a mim ajudar também. Deus, muito obrigado. Ananda Ramos Shirley Oliveira Tailane Santos Adrielle Lima Dos Santos Joanito Lacerda Santos Lacerda Levi Nascimento Artur De Oliveira Neto Robson ViturinoJames Fagundes Edinamon Santos Carvalho “. Disse.


O final de semana foi de muita alegria e emoção no Estádio Davi Rego em Potiraguá. Com dois grandes jogos que ocorreram no período da manhã e outro no período da tarde, a multidão lotou o campo de futebol no bairro Monom neste domingo (08).

Pela manhã foi a disputa do Campeonato Master e pela tarde foi a 2º rodada do Municipal.

Com o placar de 1 a 1 no tempo regulamentar os times Itaimbé X Potiraguá foram para a disputa nos pênaltis, e que teve o Time das Populares a equipe vencedora.

Sendo uma realização da Prefeitura Municipal de Potiraguá, o Campeonato Municipal vem trazendo muita alegria, renda e muitos agradecimentos ao gestor municipal e ao Secretário de Administração Diego Cheles, por estar à frente deste evento esportivo que tanto traz benefícios e renda aos moradores da cidade.

Com uma presença em massa de uma torcida bem organiza e linda de se ver, foi possível ver os jogadores em campo jogando com todo entusiasmos que vinha da torcida na arquibancada.

Presença marcante também neste evento de Juninho Chapisquinha, que por sua vez é um grande amigo e conterrâneo da nossa querida Potiraguá, sempre mostrando os graves do seu Som-do-Paredão.

Muitos familiares trouxeram seus filhos para brincar nos pula-pulas que  foram montados ao lado do estádio, apesar que já está próximo do dia das crianças, os Pais não perderam tempo e puderam dar aos filhos um momento de lazer antecipado ao filhos.

Assista aos vídeos gravados pela equipe do Blog do Edyy e em seguida confira quem posou para os fleches do Blog.

 

 

 

 


Art Ball e Populares irão disputar a grande final do Campeonato Municipal neste domingo (17), no Estádio Davi Rego na cidade de Potiraguá.

Com início previsto para as 15:00 hrs, o Estádio Davi Rego promete ficar pequeno com a grande presença das torcidas que irão representar os seus respectivos times.

Vale apena lembrar também, que, este campeonato municipal vem trazendo uma grande movimentação no comércio, que por sua vez alguns barraqueiros levam grandes variações de bebidas à comidas para ser vendidos no campo e levar mais comodidade e lazer para os torcedores.

Compareça e leve a sua torcida.

 


Cenas lamentáveis tomaram conta do estádio de São Januário, no Rio de Janeiro, neste sábado (08), após vitória do Flamengo sobre o Vasco por 1 a 0, em duelo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Após o apito final, a torcida do Vasco começou a protestas contra a arbitragem, e o clima se descontrolou. Alguns fãs cruz-maltinos ameaçaram invadir o gramado e começaram a jogar objetos, desde copos e garrafas até entulhos e sinalizadores, no gramado.

Com o clima hostil, os jogadores do Flamengo não desceram para os vestiários e ficaram no centro do campo.


Tricolor do Arruda tem a vantagem do empate, enquanto Leão precisa vencer no Arruda

Dono de uma folha salarial que supera a casa dos milhões, o Sport entrou como favorito em todos os três clássicos disputados esse ano contra o Santa Cruz, com orçamento na casa dos R$ 450 mil. Para o quarto, mais decisivo e inflamado deles, porém, a situação se inverteu. Ao ganhar por 2 a 1 o primeiro de dois embates na primeira semifinal da Copa do Nordeste, na Ilha do Retiro, o Tricolor está agora em vantagem pela classificação. Assim, às 21h45 desta quarta-feira, no Arruda, precisará lidar com um protagonismo que ainda não experimentou na temporada diante do Leão. Aos rubro-negros, que ainda não bateram os tricolores na temporada (o clássico soma ainda dois empates por 1 a 1, ambos pelo Estadual), resta uma vitória por dois ou mais gols de diferença para não ser desbancado novamente pelo rival “mais pobre”.

E essa disparidade financeira coloca também uma pressão extra diante dos rubro-negros. Para se ter uma ideia, o valor do elenco do Sport é quase quatro vezes maior do que o do Santa Cruz, de acordo com o site alemão Transfermarkt, especializado no mercado do futebol, com os jogadores leoninos valendo cerca de R$ 120 milhões, contra pouco mais de R$ 34 milhões dos tricolores. Para se ter uma ideia, apenas o meia Diego Souza, presente na última convocação da seleção brasileira, vale R$ 17 milhões, quase metade de todos os corais somados.

O balanço financeiro dos dois clubes também ilustra o abismo das realidades entre ambos. Enquanto o Leão faturou R$ 129,5 milhões em 2016, o Santa Cruz teve no total de receita quase quatro vezes menos (R$ 36,8 milhões). Disparidade que não vem se refletindo em campo. Nem nessa, nem nas últimas temporadas, com os tricolores eliminando os rubro-negros em cinco dos últimos sete mata matas entre os dois clubes.

Além disso, os corais conseguem igualar a disputa, e reforçar seu favoritismo para a vaga na final do Nordestão, quando se é analisado outras estatísticas que se resumem apenas ao futebol. O Leão não marca mais de um gol há quatro jogos, nos quais não conseguiu sair vitorioso de nenhum. O que significará eliminação caso se repita esta noite.

 


Quem deu o primeiro passo em direção a vaga na grande final da Copa do Nordeste foi o Santa Cruz. Neste sábado (29), na Ilha do Retiro, os tricolores conseguiram fazer um jogo bastante tático e bateram o Leão pelo placar de 2×1. O primeiro gol do jogo foi marcado por Léo Costa. Os rubro-negros chegaram a igualar a partida ainda no primeiro tempo, com Diego Souza, de Pênalti. Mas na etapa final, Halef Pitbull deu números finais ao jogo.

Com o resultado, os tricolores podem até perder por 1×0, no jogo da volta, para se garantirem na decisão do Regional. O Sport precisa vencer, no Arruda, com pelo menos três gols de diferença – ou marcar mais de três vezes e dois diferença. A repetição do placar em favor do Leão leva a decisão para os pênaltis.

O jogo de xadrez tático entre Sport e Santa Cruz ficou bem claro em ambas as posturas durante o jogo. O Leão foi escalado com três volantes e três homens no campo ofensivo. Essa ideia possibilitou os avanços do time nas duas laterais de campo, e as principais jogadas ofensivas dos mandantes foram criadas pelo setor. Já Vinícius Eutrópio mandou para a Ilha do Retiro um Tricolor formado com três homens de criação no meio de campo. O povoamento se viu presente. Tanto é que no início da partida, os visitantes chegaram a ter maior posse de bola. Alem desses fatos, o que se viu na Ilha do Retiro foi um jogo pegado, com muitas faltas. Nenhum cartão, no entanto, foi mostrado na etapa inicial.

Este fato, no entanto, não interferiu na ofensividade das duas equipes. Ao todo, o Sport finalizou oito vezes, enquanto que o Santa Cruz levou perigo à meta adversária em cinco oportunidades. Uma delas, inclusive, foi necessária para a abertura do placar. Aos 32 minutos, o meia Léo Costa chegou de surpresa na área e cabeceou uma bola levantada por Thomás. Festa tricolor na Ilha do Retiro. A desvantagem fez o Leão tentar a todo custo o empate. Sete minutos depois, o tento foi anotado. Diego Souza foi derrubado na área por Thiago Costa. A arbitragem marcou o pênalti. Na cobrança, o próprio camisa 87 foi o responsável por igualar o marcador.

Assim como no início do segundo tempo, o Santa Cruz apostou seu jogo em ter maior posse de bola diante do Sport. E durante os 15 primeiros minutos, essa foi a tônica do jogo. O Leão, por outro lado, quando teve a bola, foi mais vertical. E também foi repetida a boa participação dos laterais rubro-negros na construção de jogadas ofensivas rubro-negras.

A busca pelo gol motivou os técnicos a mexerem em seus respectivos setores ofensivos. Enquanto Ney Franco mandou a campo Lenis na vaga de Juninho, Eutrópio abdicou do meia Pereira para a entrada de André Luís. E este último foi o responsável pela jogada do gol tricolor. Aos 32 minutos, o recém-chegado atacante fez uma grande jogada individual, passou por três e deu passe para Halef Pitbull. E o centroavante não perdoou. 2×1.