O feriado do 13º dia municipal do Evangélico em Potiraguá começou logo cedo com uma alvorada as 3:30h da manhã desta sexta-feira (05).

Com uma concentração na Praça da Bandeira milhares de pessoas ficaram de joelhos e de mãos dadas e declaram que “Potiraguá é do Senhor Jesus”, logo após a oração todos percorreram as ruas da cidade louvando e clamando o nome do Senhor Jesus e profetizando bençãos pra todos os moradores do município.

 

Foram escolhido vários locais específicos para fazer oração, uma delas foi a fábrica de calçados Renata Melo, onde todos ergueram as mão para profetizar que a empresa permaneça na cidade, e assim finalizaram a caminhada orando pela Prefeitura Municipal, onde todos foram convidados a colocarem as mãos na parede em volta da prefeitura e apresentaram ao senhor Deus para dar direção aos administradores da cidade.

No termino da caminhada todos foram convidados a se fazerem presentes na Praça da Bandeira a partir das 19:00h para dar prosseguimento na festa onde terá louvores ao Senhor Jesus e uma palavra de Deus a todos.

Confira algumas fotos abaixo:

 

Fotos Carlos Bispo e Gleyson.

 

 


O mercadinho Amaral sorteou no último domingo (30), um botijão de gás de cozinha e o ganhador foi:

GEAN GUARDA

A equipe do Mercadinho Amaral parabeniza GEAN pelo prêmio. Um obrigado especial também a todos que participaram desta primeira promoção do nosso Mercado.

Quero antecipar que logo-logo haverá o próximo sorteio. Atenciosamente Joadson Amaral e equipe.

Aguardem…

 


Tricolor do Arruda tem a vantagem do empate, enquanto Leão precisa vencer no Arruda

Dono de uma folha salarial que supera a casa dos milhões, o Sport entrou como favorito em todos os três clássicos disputados esse ano contra o Santa Cruz, com orçamento na casa dos R$ 450 mil. Para o quarto, mais decisivo e inflamado deles, porém, a situação se inverteu. Ao ganhar por 2 a 1 o primeiro de dois embates na primeira semifinal da Copa do Nordeste, na Ilha do Retiro, o Tricolor está agora em vantagem pela classificação. Assim, às 21h45 desta quarta-feira, no Arruda, precisará lidar com um protagonismo que ainda não experimentou na temporada diante do Leão. Aos rubro-negros, que ainda não bateram os tricolores na temporada (o clássico soma ainda dois empates por 1 a 1, ambos pelo Estadual), resta uma vitória por dois ou mais gols de diferença para não ser desbancado novamente pelo rival “mais pobre”.

E essa disparidade financeira coloca também uma pressão extra diante dos rubro-negros. Para se ter uma ideia, o valor do elenco do Sport é quase quatro vezes maior do que o do Santa Cruz, de acordo com o site alemão Transfermarkt, especializado no mercado do futebol, com os jogadores leoninos valendo cerca de R$ 120 milhões, contra pouco mais de R$ 34 milhões dos tricolores. Para se ter uma ideia, apenas o meia Diego Souza, presente na última convocação da seleção brasileira, vale R$ 17 milhões, quase metade de todos os corais somados.

O balanço financeiro dos dois clubes também ilustra o abismo das realidades entre ambos. Enquanto o Leão faturou R$ 129,5 milhões em 2016, o Santa Cruz teve no total de receita quase quatro vezes menos (R$ 36,8 milhões). Disparidade que não vem se refletindo em campo. Nem nessa, nem nas últimas temporadas, com os tricolores eliminando os rubro-negros em cinco dos últimos sete mata matas entre os dois clubes.

Além disso, os corais conseguem igualar a disputa, e reforçar seu favoritismo para a vaga na final do Nordestão, quando se é analisado outras estatísticas que se resumem apenas ao futebol. O Leão não marca mais de um gol há quatro jogos, nos quais não conseguiu sair vitorioso de nenhum. O que significará eliminação caso se repita esta noite.

 


Um fato triste ocorreu na manhã desta quarta – feira  (03), em Itapetinga, na região Sudoeste da Bahia. Um  passageiro de um caminhão que trafegava pela BA-263, próximo ao Frigorífico Sudoeste morreu.

Segundo informações recebidas pelo Itapetinga Repórter, o acidente ocorreu após outro caminhão que vinha em sentido contrário passar por cima de uma pedra que estava na rodovia.

A referida pedra foi arremessada em direção ao caminhão com placas de Vitória da Conquista, furando o para-brisa e atingindo o passageiro, que veio a óbito no local.

A vítima foi identificada como Aliomar Mendes da Silva, de 48 anos.

Aliomar foi atingido na cabeça por uma pedra,  arremessada por uma carreta que passava pelo trecho. O homem não resistiu ao ferimento e morreu no local. A pessoa que dirigia a carreta no momento do acidente não parou para prestar socorro.

Além de motorista do caminhão, Gerlandio Souza Mendes, é primo da vítima. O veículo, que estava carregado de material de construção, saiu de Itapetinga em direção à cidade de Itororó.

Emocionado,  Gerlandio conversou com o site Itapetinga Repórter. “A gente foi ultrapassar um caminhão e aí saiu um objeto debaixo da carreta e bateu no vidro”, disse.

O homem prestou depoimento no Complexo Policial da cidade e foi liberado em seguida.

O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) para realizar exame de necropsia.  A pedra também foi recolhida pela Polícia Técnica.  Aliomar morava no Bairro Primavera, em Itapetinga.

Fonte: (Itapetinga Repórter)

 


Por três votos a dois, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) mandou soltar nesta terça-feira (2) o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu. Condenado duas vezes na Operação Lava Jato, o petista está preso em Curitiba desde agosto de 2015.

Votaram a favor da soltura de Dirceu os ministros:

  • Dias Toffoli
  • Ricardo Lewandowski
  • Gilmar Mendes

Votaram contra:

  • Edson Fachin (relator da Lava Jato)
  • Celso de Mello

Com a decisão, a Segunda Turma acolheu o pedido de liberdade apresentado pela defesa de Dirceu para revogar a ordem de prisão decretada pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal.

Agora, o STF deverá enviar um mandado de soltura a Moro, a quem cabe comunicar a decisão ao Complexo Médico Penal em Pinhais, onde o ex-ministro está encarcerado.

Os ministros recomendaram a Moro que adote medidas alternativas à prisão — como monitoramento por tornozeleira eletrônica — que evitem risco de cometimento de novos crimes.

Caberá ao juiz definir tais medidas, que também podem incluir proibição de contato com outros investigados e se apresentar periodicamente à Justiça, por exemplo.

Em duas sentenças de Moro, Dirceu foi condenado a mais de 31 anos de prisão por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Mas, antes disso, ele já estava cumprindo prisão preventiva (sem prazo determinado), desde agosto de 2015, sob a alegação de que havia risco de cometimento de novos crimes.

O entendimento do STF, no entanto, é que já não há risco de cometimento de novos delitos e que, agora, a prisão só poderá ser efetivada se Dirceu for condenado na segunda instância – no caso, em um julgamento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que ainda não tem data para acontecer.

Voto do relator Edson Fachin

Sucessor de Teori na relatoria do caso no Supremo, o ministro Edson Fachin disse que, ao votar contra a soltura do petista, estava levando em conta a “gravidade concreta” dos crimes imputados a Dirceu e também sua “reiteração delituosa”. Ele entendeu haver risco de cometimento de novos crimes.

Fachin lembrou da ordem de prisão proferida por Sérgio Moro, que enxergava “indícios de profissionalismo e habitualidade” na prática de crimes pelo ex-ministro. Assim, a prisão seria necessária para “manutenção da ordem pública”, de modo a evitar novos delitos.

Ele também chamou a atenção para o suposto pertencimento de Dirceu a organização criminosa, o que segundo ele, é caracterizada por “estabilidade e permanência”. “A envergadura lesiva dos delitos contra a administração pública também admite a medida extrema”, afirmou o ministro, falando da “gravidade do crime” de que é acusado Dirceu.

Fachin lembrou que o ex-ministro é suspeito de receber R$ 10 milhões da construtora Engevix em razão de contrato com a Petrobras. “O montante não apenas impressiona. São cifras que sinalizam a gravidade concreta das imputações. A imensa lucratividade fortalece em tese a necessidade de medida cautelar”, disse o ministro.

Por fim, o ministro contestou o argumento da defesa de “excesso de prazo” na prisão preventiva. Ele disse que a complexidade do caso justifica a medida. “Estamos aqui nesse caso a tratar da singularidade do colarinho branco”, afirmou.

Voto de Dias Toffoli

O primeiro a votar a favor da soltura de José Dirceu foi o ministro Dias Toffoli. Em meio ao voto, o magistrado chamou a atenção para a duração da prisão preventiva do ex-ministro – decretada antes da condenação – que já dura 1 ano e 8 meses.

Toffoli argumentou que falta “atualidade” dos atos imputados a Dirceu, lembrando que o último pagamento que recebeu ocorreu 1 ano antes de sua prisão.

“Não há sequer a contemporaneidade, como o potencial delitivo desse grupo não está mais no poder”, ponderou o magistrado.

O ministro também ressaltou a “presunção de inocência”, observando que Dirceu ainda não foi condenado pela segunda instância, que pode, inclusive, vir a absolvê-lo.

“Estamos a julgar a necessidade da prisão preventiva apenas com decisão em primeira instância. O TRF-4 [segunda instância] já deu provimento absolvendo réu que fora condenado pela 13ª Vara [de Sérgio Moro] que permanecera preso por muitos anos, por muito tempo. Já se absolveu e não é um caso único”, afirmou o ministro.

O ministro considerou que ainda existe risco na liberdade, mas que, neste caso, pode ser mitigado pela aplicação de medidas cautelares, como monitoramento eletrônico e recolhimento domiciliar, que poderiam ser fixadas pelo juiz Sérgio Moro.

Voto de Ricardo Lewandowski

Segundo a votar pela soltura, Ricardo Lewandowski também entendeu que medidas do tipo seriam “adequadas e suficientes” para garantir que Dirceu não volte a delinquir, preservando assim, sua presunção de inocência.

“Não se pode atribuir ao paciente a demora em seu julgamento, nem lhe negar o direito de defesa que a lei lhe assegura […] A verdade é que já se vão quase dois anos de prisão cautelar, sem que haja sequer previsão de julgamento pelo TRF-4, não se podendo impor ao paciente que aguarde preso indefinidamente pela decisão de segunda instância”, disse o ministro.

Ao final, o ministro sugeriu que o STF determine que o TRF-4 julgue com celeridade o recurso de Dirceu, para uma decisão em segunda instância que permita a prisão ou a absolvição de Dirceu.

Voto de Celso de Mello

Único a acompanhar Fachin, Celso de Mello leu longo voto com duras críticas ao esquema de corrupção montado na Petrobras e revelado pela Operação Lava Jato.

Depois, rejeitou argumentos da defesa que alegaram fim da coleta de provas e excesso de prazo na prisão.

“Não fosse a ação rigorosa, mas necessária do Poder Judiciário, é provável que corrupção e lavagem estivessem perdurando até o presente momento. Quer sejam violentos ou não, a prisão justifica-se para interrompê-los, para proteger a sociedade de sua reiteração”, afirmou.

Ele ratificou entendimento do STJ que negou ao ex-ministro a aplicação de medidas alternativas e chamou a atenção para o fato de que ele já havia sido condenado no julgamento do mensalão.

Voto de Gilmar Mendes

Coube ao ministro Gilmar Mendes, presidente da Segunda Turma, o voto decisivo para soltar Dirceu, quando o placar era de dois ministros favoráveis à prisão e dois pela soltura.

O magistrado reconheceu a gravidade dos crimes investigados na Lava Jato, mas advertiu para o possível erro de juízes ao cederem à pressão popular, citando o jurista italiano Gabriel Zagrebelsky, critico à forma como os judeus condenaram Jesus Cristo à morte.

“Não podemos nos ater, portanto, à aparente vilania dos envolvidos para decidir acerca da prisão processual. E isso remete à própria função da jurisdição em geral, da Suprema Corte em particular. A missão de um tribunal como o Supremo é aplicar a Constituição, ainda que contra a opinião majoritária”, disse Gilmar Mendes.

Assim como Toffoli e Lewandowski, Mendes recomendou que Moro adote medidas alternativas à prisão, como monitoramento eletrônico.

Por fim, disse que, apesar de Moro ter “corretamente identificado” risco de novos crimes, não há mais perigo atual na liberdade de Dirceu, considerando que o grupo político a que pertence já deixou o poder.

Defesa

No pedido de liberdade, a defesa de José Dirceu negou a acusação de que vários pagamentos efetuados por empreiteiras à empresa de consultoria do ex-ministro fossem propina.

O criminalista Roberto Podval alegou aos ministros do STF que, mesmo os pagamentos realizados após o julgamento do mensalão do PT, se referiam a serviços de consultoria prestados anteriormente.

“Toda vez que saio daquela prisão gélida de Curitiba, me pergunto: Qual a razão desse homem de 70 anos estar preso há aproximadamente 2 anos?”, enfatizou o defensor de Dirceu na tribuna da Segunda Turma.

Sobre a possibilidade de Dirceu atrapalhar as investigações, Podval disse que a vida do ex-ministro já foi “devassada” e que a coleta de provas nas ações que responde já foi encerrada. O criminalista destacou ainda que quando o petista foi preso aguardou em casa sem apresentar qualquer risco de fuga.

O advogado também rechaçou a acusação de que o ex-ministro tenha voltado a delinquir após sua condenação no mensalão do PT, citando uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do STF, que concedeu o perdão da pena de Dirceu por ausência de falta grave.

“A prisão do José Dirceu, a condenação, o trânsito em julgado na ação 470 [mensalão do PT] foi suficiente para cessar qualquer ato criminoso que porventura possa ter ocorrido. A força política que poderia ter José Dirceu enquanto o PT estava no poder é hoje inexistente. Hoje é um homem com mais de 70 anos absolutamente fora de qualquer nível de poder. Imaginar que pudesse ter qualquer influência hoje, dada a atual conjuntura de poder, me parece absolutamente impossível”, afirmou Podval.

Por fim, afirmou que a apresentação de uma nova denúncia nesta terça pelo Ministério Público seja “talvez” uma tentativa de intimidar a defesa e o próprio STF. Segundo o advogado, os procuradores já tinham as informações sobre o caso há pelo menos 2 anos, mas decidiram apresentar a nova acusação justamente na data de julgamento do habeas corpus.

“O poder do MP é tão grande que não se pode trabalhar com essa irresponsabilidade. Não é ético, correto e leal”, disse Podval.

Acusação

Representando o Ministério Público, favorável à prisão, o subprocurador-geral da República Edson Oliveira de Almeida lembrou da acusação de que José Dirceu tinha ascendência política sobre o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, citando diversos pagamentos de empreiteiras supostamente beneficiadas em contratos com a diretoria.

“São 15 eventos desse tipo de 2009 a 2014, mostrando a continuidade da corrupção”, afirmou. Ele argumentou que, mesmo com o entendimento de que a prisão só seja possível após uma condenação em segunda instância, Dirceu deve continuar na cadeia pela sua “periculosidade”.

“A presunção de inocência fica fragilizada pela sentença condenatória e a prisão preventiva necessária pela periculosidade do paciente, que continua durante e mesmo após a condenação no mensalão pelo STF. Ele continua praticando [crimes] pela certeza de impunidade”, completou o subprocurador.

Ele disse haver jurisprudência consolidada na Corte de que não é razoável supor que baste uma condenação em primeira instância para fazer cessar a prisão preventiva. “Tudo conduz à necessidade de manutenção dessa prisão”, repetindo os riscos de uma eventual soltura.

Nova denúncia

Os procuradores da República que atuam na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba afirmaram na manhã desta terça, em entrevista coletiva na capital paranaense, que decidiram antecipar a apresentação da nova denúncia contra Dirceu devido ao julgamento do habeas corpus do petista.

Coordenador da força-tarefa, o procurador Deltan Dallagnol disse aos jornalistas que a eventual liberdade do ex-ministro representaria um “grande risco à sociedade”.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Dirceu recebeu R$ 2,4 milhões em propina antes, durante e depois do julgamento do mensalão do PT (leia a íntegra da denúncia).

Em entrevista coletiva concedida na capital paranaense para apresentar a nova denúncia contra Dirceu, os procuradores da República mostraram que os últimos depósitos de propina ocorreram depois da prisão de Dirceu, ordenada pelo Supremo por conta da condenação no julgamento do mensalão do PT, em 2013.

De acordo com o MPF, os pagamentos ao ex-ministro só cessaram com a prisão do dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, em 2014. Um dos delatores da Lava Jato, o empresário contou que Dirceu ofereceu ajuda para inserir a empreiteira em países da América Latina e na Espanha porque tinha acesso político à cúpula dos governos.

Ao final do julgamento desta terça n o Supremo, o ministro Gilmar Mendes criticou o anúncio da nova denúncia do Ministério Público Federal no Paraná no mesmo dia em que o STF julgaria o pedido de liberdade.

“Foi uma brincadeira quase juvenil. São jovens que fazem esse tipo de brincadeira. Se nós cedêssemos a esse tipo de pressão, o Supremo deixaria de ser Supremo. Não cabe a procurador da República pressionar o STF, seja pela forma que quiser. É preciso respeitar as linhas básicas do Estado de Direito. Quando quebramos isso, estamos semeando um viés autoritário. É preciso ter cuidado com esse tipo de prática”, afirmou o ministro.


No próximo dia 21 de maio Itarantim será palco de um grande evento Gospel esperado por todos os moradores da cidade, distritos e de cidades circunvizinhas. Grandes caravanas já estão preparadas para este evento tão esperado por todos.

Com uma apresentação do cantor e compositor David Quinlan, a Festa Municipal do dia dos Evangélicos promete lotar a praça João Alves Feitosa a partir das 19:30h.

Uma realização da (AMEI) “Associação dos Ministros Evangélicos de Itarantim” e o Apoio da Prefeitura Municipal de Itarantim.

Itarantim já foi palco de grandes cantores gospel, assista os vídeos de alguns deles.

Júdson Oliveira em 2014:

Ludmila Ferber em 2013:

Jota Neto em 2012:

Damares em 2010:

 

 


O preço da gasolina e do etanol vem tendo queda em Itapetinga. Quem circula pela cidade pode encontrar etanol a R$ 2,99. A gasolina também teve uma redução no preço, caindo de R$ 3,77 para R$ 3,57.

Um posto na avenida Júlio José Rodrigues, já estampa preço reduzido. Em tempo de crise toda economia é válida.

Em razão da diferença de poder calorífico dos combustíveis, o uso de biocombustível é vantajoso nos motores flex somente se o preço do litro estiver abaixo de 70% do valor do litro do combustível fóssil.


A primeira pesquisa DataFolha divulgada após a quebra de sigilo das delações da Odebrecht aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda na liderança da corrida eleitoral. O petista registra 16% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). O pré-candidato conservador subiu de 9% para 15% e de 8% para 14% nos dois cenários analisados pela pesquisa. Segundo colocado na eleição de 2014, Aécio Neves segue caindo e apresenta agora apenas 8% das intenções. Diante disso, o PSDB ainda não definiu quem deve lançar como candidato em 2018. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, segue na disputa, com 6% das intenções de voto. Outro nome sempre cotado é o de Marina Silva, da Rede. O levantamento considera que, num segundo turno, ela estaria empatada tecnicamente com Lula. Já no quesito rejeição, é também o petista, dessa vez ao lado do tucano Aécio, quem lidera a pesquisa. Os dois aparecem com 44% de rejeição. Alckmin também viu seu número crescer de 17% para 28%. Já Bolsonaro é rejeitado por apenas 23% dos entrevistados. A pesquisa ouviu 2.781 eleitores em 172 municípios brasileiros entre quarta (26) e quinta-feira (27). Com informações do Bahia Notícias


Oito pessoas morreram e uma ficou ferida em um grave acidente entre um carro e um caminhão, na BR-101, no sul da Bahia, na madrugada deste domingo (30). O veículo pequeno ficou destruído. As informações foram passadas ao G1 pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com a PRF, todas as vítimas estavam em um veículo de passeio Pálio, que tem lugar para cinco pessoas. A polícia informou que os dois veículos bateram de frente no trecho do Km 772, altura do município de Itabela, por volta das 3h.

Conforme a PRF, o carro pequeno invadiu a contramão em uma curva e bateu no caminhão. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, dos oito mortos, quatro são homens, de 32, 26 e 19 anos, três adolecentes, de 13 e 14 anos, e uma mulher de 21. O ferido é um jovem de 19 anos. Ele foi levado em estado grave para o Hospital Regional de Eunápolis.

Segundo a PRF, o caminhão envolvido no acidente é dos Correios. O motorista não teve ferimentos. A Polícia Civil informou que o condutor do carro pequeno, um jovem de 26 anos, não tinha carteira de habilitação e já havia sido preso duas vezes, por tráfico de drogas e porte ilegal de armas.

Os corpos das vítimas mortas foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) da cidade de Eunápolis, que também fica na região sul.


Veja as dezenas sorteadas: 01 – 17 – 38 – 43 – 45 – 47. Quina teve 50 apostas ganhadoras; cada uma levou R$ 53.604,54.

Ninguém acertou as dezenas do sorteio 1.925 da Mega-Sena, realizado às 20h (horário de Brasília) deste sábado (29), em Franco da Rocha (SP).

Veja as dezenas sorteadas: 01 – 17 – 38 – 43 – 45 – 47.

A expectativa do prêmio acumulado para o próximo sorteio é de R$ 40 milhões.

A Quina teve 50 acertadores, e cada um levou R$ 53.604,54. Outras 5.258 apostas ganharam a Quadra, com R$ 728,20 para cada.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.