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Bomba na política conquistense: MDB move ação contra o vereador Luiz Carlos Dudé por infidelidade partidária

O presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, no Sudoeste, Luis Carlos Batista de Oliveira, o Luis Carlos Dudé, foi acionado na Justiça pelo próprio partido acusado de infidelidade partidária. Na ação, o diretório estadual do MDB pede a perda de mandato de Luis Carlos Dudé.

O caso ocorreu após o presidente da Câmara conquistense indicar a mudança de partido para o União Brasil, como forma de acompanhar a candidatura ao governo do ex-prefeito de Salvador ACM Neto. No entanto, Luís Carlos Dudé não mudou de partido, mas o problema já tinha sido gerado com a direção estadual do MDB.

A legenda considerou que Dudé tinha se desfiliado do partido sem dar satisfação, o que foi interpretado como deslealdade.

“Não obstante ter o acionado se utilizado do MDB para se eleger, no dia 31 de março de 2022, o Partido foi surpreendido com inúmeras notícias e fotos onde demonstravam que o primeiro acionado, de forma abrupta e injustificável, teria se filiado ao Partido União Brasil, conforme certifica a documentação acostada”, diz trecho da ação.

Conquista: Em nota, prefeita Sheila Lemos solta o verbo em resposta à vereadora Lúcia Rocha

Nota Oficial

Em respeito à verdade, a prefeita Sheila Lemos vem a público manifestar sua estranheza em relação às afirmações feitas pela vereadora Lúcia Rocha, presidente do Diretório Municipal do MDB em Vitória da Conquista, em nota distribuída à imprensa.

No documento, a parlamentar apresenta como viés para sua mudança de apoio para o pré-candidato do PT a governador, uma inexistente recusa do pré-candidato a governador ACM Neto.

Alega a vereadora que a direção estadual do MDB lhe concedeu total autonomia para apoiar qualquer pré-candidato ao governo do Estado, em uma tentativa frustrada de convencer as pessoas de que ela estaria desobrigada de apoiar os novos companheiros do seu partido. Justamente ela que ganhou a direção do MDB municipal por gesto dos irmãos Vieira Lima e que já anunciara, por indicação dos mesmos, dobradinha com o emedebista e presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Geraldo Júnior, que de pré-candidato a deputado federal passou a ser pré-candidato a vice-governador na chapa petista.

Decidida a apoiar o PT, a vereadora, no entanto, retoma a versão já envelhecida de que “membros do MDB foram convidados a se desfiliarem do partido para migrarem a outro de interesse da gestão”, como mais uma justificativa para sua adesão ao projeto petista para eleição de governador. Mas, ela sabe que a desfiliação em massa se deu por contrariedade à sua direção e à sua posição em favor de um pré-candidato que nunca seria o do MDB de Herzem Gusmão.

Com seu posicionamento, a vereadora Lúcia Rocha se afasta, de uma vez, do legado do saudoso ex-prefeito, que jamais apoiaria essa conversão definida pelo MDB, partido que ele ajudou a se fortalecer na Bahia.

No que concerne ao desrespeito à memória do saudoso prefeito, que nos deixou em março do ano passado, Lúcia Rocha tenta retirar de Herzem os méritos da própria reeleição, afirmando que a vitória se deveu ao partido dela e não ao trabalho de envergadura que o ex-prefeito realizou na condução do município, com obras e ações que marcaram a história.

As demonstrações de que Vitória da Conquista, ao contrário da vereadora, não aceita romper com o legado político de Herzem, são incontestáveis – por isso a desfiliação em massa – e incluem a decisão de suas duas filhas de se filiarem ao União Brasil, e não ao MDB, hoje na Bahia associado ao PT e contra o projeto novo que se constrói no estado, com ACM Neto na liderança.

Mais compreensível seria a vereadora, que recebeu apoio do governo municipal desde o primeiro momento, tendo, inclusive, usado marcas, propostas, projetos e realizações da gestão em sua propaganda nas redes sociais, admitir, de logo, seu apoio à chapa petista, o que seria uma elogiável atitude de lealdade e de ética, ao invés de tentar construir narrativas inverídicas que não ajudam no seu histórico e tampouco na sua pretensão de assumir cargo na Assembleia Legislativa.

Vitória da Conquista, 4 de abril de 2022

Leão e Neto fazem primeira viagem juntos e participam de ato em Piatã, na Chapada

Na primeira viagem ao interior da Bahia ao lado do pré-candidato ao governo, ACM Neto (UB), o vice-governador João Leão, pré-candidato ao Senado, falou que o futuro do desenvolvimento econômico e da geração de emprego passa pela mineração e construção de uma política de estado para este setor. A declaração foi feita nesta segunda-feira (04), durante evento no distrito de Inúbia, em Piatã, na Chapada Diamantina, onde há atividade mineira.

“A Bahia pode muito mais na mineração, hoje ocupamos o terceiro lugar, mas com Neto no governo e eu no Senado Federal esse quadro vai mudar. Vamos trabalhar arduamente para colocar a Bahia no topo do setor mineral, de forma sustentável, pensando no meio ambiente e no social, e na geração de emprego neste segmento”, disse.

A comitiva de Neto e Leão visitou a mineradora Brazil Iron, que explora minério de ferro no município, gera 400 empregos diretos, sendo 80% com mão de obra da região, e outros 2 mil empregos indiretos.

Hoje a Bahia ocupa a terceira posição na produção de minério de ferro, atrás apenas de Pará e Mines Gerais. Também participaram da assinatura de ordem de serviço para pavimentação asfáltica de 28km da BA-148, que liga Piatã ao distrito.

“ACM Neto está com muita vontade de fazer uma transformação nesta Bahia, Leãozinho também. Então, juntos, vamos rodar esse estado levando esperando de um tempo melhor para todos os baianos e baianas”, reforçou Leão.

 

Gastos com marqueteiro na campanha de Lula podem chegar a R$ 45 milhões

A contratação do marqueteiro Augusto Fonseca e de sua agência, a MPB Estratégia e Criação, ampliou um intenso embate que transcorre nos bastidores do PT e da pré-campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Fonte de suspeitas de caixa 2 em outras disputas, o marketing eleitoral da futura campanha de Lula já revive as cifras milionárias do passado.

Segundo apurou o Estadão, o primeiro orçamento apresentado pela agência escolhida foi de R$ 45 milhões para ações de comunicação. A briga pelo controle dos recursos milionários se tornou o ponto central das divergências entre os grupos do ex-ministro da Secretaria da Comunicação Social Franklin Martins – conselheiro mais próximo de Lula – e o do secretário nacional de Comunicação do PT, Jilmar Tatto.

O secretário petista era contra a contratação de uma agência e defendia “estatizar” o marketing da campanha, mantendo as ações dentro da máquina do partido. Com apoio de Lula, Franklin bancou a escolha de Fonseca após uma concorrência na qual os valores não foram apresentados previamente, segundo dirigentes da legenda e integrantes da pré-campanha.

O valor pedido pela MPB é comparado por petistas aos cobrados por Duda Mendonça, histórico marqueteiro que ajudou Lula a se eleger em 2002 e que morreu no ano passado. Naquela campanha, Fonseca auxiliou Duda. A MPB fica em um prédio na Avenida Nove de Julho, em São Paulo, dois andares abaixo da antiga agência do simbólico marqueteiro das campanhas petistas. Além de Fonseca, os outros dois sócios da MPB, Manoel Antonio Canabarro e Eduardo de Matos Freiha, também atuaram com Duda. Canabarro já foi o braço direito do publicitário. Freiha chegou a ser condenado no mensalão.

Dirigentes do PT e integrantes da campanha afirmaram ao Estadão, sob condição de reserva, que apenas após a escolha ser feita por Franklin – e avalizada por Lula –, foram discutidos os preços dos serviços. Fonseca apresentou a cobrança de R$ 45 milhões para o primeiro turno da disputa. O valor envolve gastos com o marketing, locação de câmeras, ilhas de edição e serviços relacionados às redes sociais e internet. Está excluída do pacote a demanda de pesquisas, que costuma atingir valores milionários.

O Estadão mostrou, em março, que Franklin e Tatto têm protagonizado discordâncias sobre como conciliar a propaganda de Lula e do partido na corrida presidencial. A contratação da MPB acirrou a disputa interna e a levou para o campo financeiro, diante do elevado montante de recursos envolvido. Segundo dirigentes do PT, integrantes da pré-campanha e profissionais próximos de Fonseca, há uma negociação para reduzir este valor.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), empresas de pesquisa eleitoral, produtoras e locadoras de equipamentos custaram R$ 29 milhões em 2018, somadas a pré-candidatura de Lula – que acabou preso e barrado pelo TSE antes do pleito – e a candidatura de Fernando Haddad. O marqueteiro era Otávio Antunes, que fará a campanha do ex-prefeito ao governo de São Paulo. Antunes é jornalista e foi chefe de comunicação da Fundação Perseu Abramo. Tem boa relação com Tatto, para quem trabalhou na campanha ao Senado naquele ano.

Em 2005, em meio ao mensalão, Duda Mendonça confessou ter recebido R$ 10,5 milhões em caixa 2 no exterior para a campanha de Lula. Ele acabou absolvido, mas se tornaria delator anos depois, na Operação Lava Jato. Sócio da MPB, Freiha era produtor de vídeo de Duda à época. As investigações, no entanto, mostraram que seus serviços iam além das câmeras e ilhas de edição. Em 2015, foi condenado por evasão de divisas sob acusação de controlar contas atribuídas a Duda que receberam US$ 2,5 milhões no exterior. Em segunda instância, o Tribunal Regional Federal da 3.ª Região reconheceu a prescrição da pena.

Quando a contratação da agência foi anunciada, somente o nome de Fonseca foi mencionado pela assessoria de Lula. Freiha é sócio administrador da MPB e participará da campanha como diretor de vídeo. Nas eleições de 2018, a MPB recebeu R$ 10 milhões pela campanha de Ciro Gomes (PDT). Hoje, Ciro tem como marqueteiro João Santana, que fez as campanhas de Lula, em 2006, e da ex-presidente Dilma Rousseff em 2010 e 2014. Santana foi delator na Lava Jato e confessou ter recebido valores da Odebrecht e da JBS no exterior pelas campanhas petistas. O marqueteiro e sua ex-mulher, Mônica Moura, devolveram R$ 80 milhões aos cofres públicos em seus acordos de delação.

Fonseca também trabalhou para a campanha de Aécio Neves (PSDB) em 2014, quando o então senador rivalizou com Dilma. Quando a petista foi reeleita, em 2014, último ano em que contribuições de empresas foram permitidas na disputa presidencial, a arrecadação foi de R$ 318 milhões. Em 2018, a campanha do PT ao Planalto recebeu valor bem inferior: R$ 55 milhões. Mas, com o aumento do fundo eleitoral aprovado pelo Congresso e avalizado pelo Supremo Tribunal Federal, partidos vão receber R$ 4,9 bilhões em recursos públicos. Atrás apenas do União Brasil, o PT terá a segunda maior fatia do bolo de recursos públicos: R$ 484 milhões para gastar em campanhas.

Procurados, Augusto Fonseca e Eduardo Freiha não se manifestaram. A assessoria de Lula e de Franklin Martins afirmou que não faria comentários sobre divergências internas do partido e valores da campanha. Sobre a contratação da MPB, disse que foi realizada uma concorrência entre quatro agências, e que foi escolhida a melhor proposta na opinião do ex-presidente, da presidente do partido, Gleisi Hoffmann, e de Franklin.

O PT nacional afirmou que “os valores e contratos com fornecedores para a campanha eleitoral serão negociados no devido tempo, de acordo com a legislação e levando em conta os recursos disponíveis das três fontes: fundo eleitoral, Fundo Partidário e arrecadação própria” do partido.

Durante festa em Salvador, ACM Neto posa em foto com Jerônimo Rodrigues, ambos são pré-candidatos ao governo da Bahia

Uma cena inusitada aconteceu na capital baiana. Pré-candidato ao Governo Baiano nestas Eleições 2022, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, como é conhecido Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto, do União Brasil, posou ao lado do seu principal adversário, o ex-secretário de Educação do Estado da Bahia, Jerônimo Rodrigues Souza, que é do Partido dos Trabalhadores. Ambos se encontraram durante uma festa na Capital Baiana na noite da sexta-feira (1).

A cena parou o meio político no local. Os deputados e assessores que lá estavam não perderam a oportunidade de fazer o clique do encontro. Jerônimo meter o L de Lula, ex-presidente da República Brasileira Luiz Inácio Lula da Silva que disputa o retorno ao Palácio do Planalto.

O encontro foi no aniversário de 60 anos da esposa do senador Ângelo Coronel (PSD-BA), Eleusa Coronel, que reuniu políticos das esferas local e nacional. Além do governador Rui Costa, lá também tiveram o presidente da Câmara Federal Arthur Lira (PP-AL) e o presidente do Senado Federal Rodrigo Pacheco (PSD-MG). view all 5 comments

Jerônimo afirma que adversários estão do lado do bolsonarismo: “o povo vai saber separar o joio do trigo

Pré-candidato ao Governo do Estado pelo PT, Jerônimo Rodrigues destacou a polarização das eleições deste ano durante discurso no ato com o ex-presidente Lula nesta quinta-feira (31), em Salvador. Para o petista, há uma divisão entre dois grupos na disputa ao Palácio de Ondina. De um lado, está o “time de Lula”, que é “do sonho, da esperança” e “trabalha para cuidar de gente” Do outro lado, na opinião de Jerônimo, está o grupo do atraso, formado por “pessoas que trabalham com ódio, que não têm coragem de assumir o presidente deles. Eles estão do lado do bolsonarismo”.

Ao lado de Lula, do governador Rui Costa e do senador Jaques Wagner, Jerônimo afirmou que a Bahia não pode recuar: “não vamos deixar que na Bahia aconteça o que aconteceu no Brasil. Os nossos sonhos não podem andar para trás”. No ato político, definido pelo pré-candidato como “festa da esperança, do sonho, da utopia”, Jerônimo afirmou que “o povo brasileiro vai saber separar o joio do trigo”.

O petista também valorizou a força e a importância dos partidos da base do Governo ao fazer referência aos pré-candidatos a senador, Otto Alencar (PSD), e a vice-governador, Geraldo Junior (MDB). Emocionado com a presença de mais de 5 mil pessoas no Wet’n Wild, Jerônimo disse que vai ser o “candidato da surpresa, da vitoria e do sucesso” e agradeceu a presença da militância e de outras lideranças políticas que estiveram presentes, como o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Adolfo Menezes (PSD): “somos do lado das pessoas que gostam de gente, que cuidam de gente”.

Oposição de Itaju do Colônia declara apoio a ACM Neto

Na noite desta quinta-feira acompanhado do seu companheiro de chapa Alex e dos Vereadores Nino, Lairton e Toin Dedinho, Valério liderou a comitiva, que acompanhou a filiação do Deputado José Rocha no União Brasil.

A comitiva foi recebida pelo pré candidato a governador do estado ACM NETO, que fez o convite a Valério, para assumir o partido em Itaju e coordenar a campanha no município.

“Com esse fechamento o nosso time de pré candidatos ficou quase completo, iremos com Alberto Junior Estadual, José Rocha Federal, Neto Governador e na próxima semana iremos nos reunirmos com Dr Jabes e com João Leão, completarmos o time da vitória”. Declarou Valério.

Bolsonaro exonera nove ministros que vão concorrer nas eleições e nomeia substitutos; veja lista

Foto edição: Blog do Edyy

Constantino afirma que a oposição “torce” para que esquemas de corrupção sejam encontrados no governo de Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PL) exonerou nove ministros e um secretário especial das suas 23 pastas ministeriais existentes no momento e nomeou seus substitutos nesta quinta-feira, 31. A informação foi publicada no Diário Oficial da União de hoje. Os ministros deixam os cargos no limite do prazo para concorrer a cadeiras dos poderes Executivo e Legislativo nas eleições de outubro de 2022. Durante o dia deverá ocorrer um cerimônia oficial para anúncio das trocas e, mais para a frente, cada ministério deverá promover suas cerimônias de transferências próprias. Confira a lista:

Flávia Carolina Péres, deixa o comando da Secretaria de Governo da Presidência da República, e será substituída por Célio Faria Júnior, que era chefe do gabinete pessoal de Bolsonaro;

Tereza Cristina deixa o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e será substituída por Marcos Montes Cordeiro, que era Secretário-Executivo da Pasta;

João Roma sai do Ministério da Cidadania e em seu lugar fica Ronaldo Vieira Bento, que anteriormente comandava a assessoria de Assuntos Estratégicos do ministério;

Marcos Pontes deixa o cargo de Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações e é substituído por Paulo César Rezende de Carvalho Alvim, que era secretário de Inovação da Pasta;

Rogério Marinho deixa a liderança do Ministério do Desenvolvimento Regional e em seu lugar fica Daniel de Oliveira Duarte Ferreira, que anteriormente era secretário executivo da Pasta;

Tarcísio Gomes de Freitas sai do Ministério da Infraestrutura e é trocado por Marcelo Sampaio Cunha Filho, ex-secretário executivo da Pasta;

Damares Alves sai do cargo de Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, sendo substituída por Cristiane Rodrigues Britto, ex-secretária nacional de Políticas para as Mulheres;

Onyx Lorenzoni deixa o Ministério do Trabalho e Previdência e em seu lugar fica José Carlos Oliveira, que comandava o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);

Gilson Machado sai do Ministério do Turismo e é substituído por Carlos Alberto Gomes de Brito, que exercia o cargo de diretor-presidente da Embratur.

Além dos nove ministros, o ator Mário Frias também deixa o cargo de secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo e é substituído por Hélio Ferraz de Oliveira, que exercia a função de secretário especial adjunto da Cultura.

Em eleição antecipada, Geraldo Júnior é eleito presidente da Câmara de Salvador para o biênio 2023/2024

No dia do aniversário de 473 anos da cidade, o vereador Geraldo Júnior (MDB) foi eleito, nesta terça-feira (29), presidente da Câmara Municipal de Salvador para o biênio 2023/2024. Em sessão solene de eleição e posse da Mesa Executiva, no Plenário Cosme de Farias, com votação secreta, o atual presidente do Legislativo da capital baiana foi reeleito com 35 votos dos pares. A sessão foi presidida pelo procurador parlamentar da Casa, vereador Edvaldo Brito (PSD). O novo mandato de Geraldo Júnior e dos novos dirigentes da Mesa Executiva da Câmara Municipal de Salvador terá início no dia 1º de janeiro de 2023.

“Quero agradecer a confiança dos vereadores desta Casa Legislativa. Eu e meus pares lutamos pela melhoria da qualidade de vida da população de Salvador e acreditamos na construção coletiva. Esta Casa tem um papel de protagonismo nos destinos da cidade. E, independente de ideologias, estamos unidos em prol da cidade. Esta sessão de hoje, conduzida por um dos maiores juristas deste país, o professor Edvaldo Brito, e a maciça votação, dá legitimidade à chapa que formará a nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Salvador, disse Geraldo Júnior.

A chapa eleita também é formada por Carlos Muniz (PTB), como 1º vice-presidente; Cátia Rodrigues (União), como 2º vice-presidente; Sabá (DC), como 3º vice-presidente; Isnard Araújo (PL), como 1º secretário; Ricardo Almeida (PSC), como 2º secretário; Téo Senna (PSDB), como 3º secretário, e Átila do Congo (Patriota), como 4º secretário. Já o vereador Alexandre Aleluia (PL) será corregedor da Câmara Municipal de Salvador durante o biênio 2023-2024. E o vereador Augusto Vasconcelos (PCdoB) continuará ouvidor do Legislativo da capital baiana.

O vereador Anderson Ninho (PDT) será o ouvidor substituto. E Marcelo Maia (PMN) será o 1º vice-presidente suplente. Ireuda Silva (Republicanos) será a 2º vice-presidente presidente. Fábio Souza (Solidariedade) será o 1º secretário suplente. E Hélio Ferreira (PCdoB) será 2º secretário suplente.

A Mesa dos trabalhos da sessão de eleição da Mesa Executiva também foi composta por Marta Rodrigues (PT), Sidninho (Podemos) e Marcelle Moraes (União).

Fonte da notícia: Secom