Blog do Edyy

Itarantim: Após manifestação, professores começam ser alvos de Fake News

Chegou à redação do blog na manhã desta sexta-feira, a informação de que apoiadores da base do prefeito de Itarantim, Fábio Gusmão, incomodados com o movimento de ontem realizado pelo núcleo da APLB local e representantes da categoria e com os frequentes ruídos sofridos na imagem do atual gestor pelo descumprimento da lei do piso do magistério, estariam se mobilizando em grupos de WhatsApp, espalhando fake news para tentar difamar a imagem dos professores Nilton Quadros e Anderson Medrado, opositores da atual gestão.

Segundo nossa fonte, os apoiadores estariam com um recorte divulgando os rendimentos dos referidos professores, mostrando que mesmo com polpudos salários e após 2 anos recebendo sem trabalhar, os professores cobram o reajuste e reclamam de terem que retornar às suas atividades.

“Não é o que recebo que está em discussão e sim o que eu e meus colegas estamos deixando de receber. Temos direito ao reajuste do piso, que é o mínimo que um professor 40h deve receber em todo território nacional. Os valores divulgados nessa nota não apresentam nenhuma ilicitude. Temos direito ao piso nacional reajustado e às vantagens da carreira (AC, regência, quinquênios e especialização). Para que não haja nenhuma dúvida sobre a veracidade do que estamos falando, autorizo a divulgação de meus proventos.”

“Não ficamos 2 anos sem trabalhar, apenas 1 ano. Em 2021 trabalhamos de forma remota. Isso qualquer pai de família pode confirmar. Nosso compromisso aqui é elucidar as informações caluniosas. No ano de 2020 o mundo inteiro parou e o mesmo ocorreu com as escolas em todo país. Nossa luta não é uma recusa ao retorno das aulas e sim pelo fato de não estarmos recebendo o novo piso da categoria reajustado em 2022.”

O professor Anderson Medrado também autorizou a divulgação de seu contracheque.

“Com o objetivo de esclarecer qualquer dúvida e acabar com os boatos mal intencionados, estou tornando público o meu contracheque. A mentira nunca irá vencer a verdade!”

Com a negativa ao reajuste do piso, os professores estão perdendo cerca de 959,00 em suas receitas.


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